quarta-feira, 11 de julho de 2012

Jéssica Brown Findlay na Vogue Itália



O ensaio que a atriz britânica Jéssica Brown Findlay fez para a Vogue Itália de junho está incrível. Eu já tinha visto uma foto ou outra pelo tumblr mas não o ensaio completo. Ela tá bem mama gostosa italiana, não?




segunda-feira, 2 de julho de 2012

Kat Bjelland


Hoje eu vou falar sobre a Kat Bjelland porque estou em um momento de adoração a ela. Conheci Kat por causa da banda Babes in Toyland, que fez parte do movimento grunge e também é considerada como uma das grandes influentes do riot grrrl.




Apesar de ser conhecida principalmente por liderar o Babes in Toyland, Kat já esteve em diversas bandas durante os anos 80 e inclusive montou uma banda chamada Sugar Babydoll com Courtney Love e Jennifer Finch, que posteriormente viriam a formar as bandas Hole e L7.
Sugar Babydoll

Babes in Toyland


 A banda nasceu em 1987 e teve seu auge nos primeiros anos da década de 90, tendo seu fim em 2001. Formada por Kat Bjelland nos vocais e guitarra, Lori Barbero na bateria e Michelle Leon no baixo, que foi substituída em 1992 por Maureen Herman. Foram lançados cinco discos: Spanking Machine ( 1989), To Mother (1990), Fontanelle (1992), Painkillers (1993) e Nemesisters (1995).






O que gosto muito da Kat, além do seu talento é óbvio, são as suas roupas, cabelo e principalmente atitude no palco, porque ela é bem porra louca.



Como os anos 90 andam na moda não é de se estranhar que muitas meninas andem se inspirando no estilo de Kat. O visual batizado de "kinderwhore" é um dos que fazem mais sucesso e se baseiam em vestidos de menininha (geralmente bem curtos), meias rasgadas ou de babados, com sapatos boneca, maquiagem pesada (claro, com um batom vermelho) e tudo mais que faça parecer uma garotinha marginal haha.





Depois do Babes in Toyland, Kat fundou a banda Katastrophy Wife que continua na ativa até hoje.


domingo, 24 de junho de 2012

Reinaldo Lourenço no SPFW

Já faz uns dias que o Reinaldo Lourenço desfilou sua mais nova coleção no SPFW, mas só agora eu pude ver as peças ( eu não sou muito de acompanhar semanas de moda). A coleção era baseada no tema náutico e também utilizou referências de modelagens dos anos 60, o que me fez gostar bastante das peças. 




 Adorei esses tons de azul. 


Como trabalho com design de superfícies esse é um dos elementos que mais me preocupo nas coleções. Gostei da estampa de barquinhos, porque mesmo cada barco tendo um tamanho relativamente grande para uma estampa corrida, ela transparece clareza e delicadeza.




Eu adoro o uso de linhas visíveis e adorei o efeito da barra desse vestido. Sem contar com a transparência, que foge do transparência=sensualidade e deixa a roupa com um toque futurista.


Não gostei desse tipo de bolso que ele usou na coleção, mas a barra da saia está ótima. 

Para conferir o desfile completo, clique aqui.





Twin Peaks


Quem cresceu nos anos 90 sabe o poder devastador da série Twin Peaks. Quando eu era criança lembro de ver minha irmã mais velha lendo "O diário secreto de Laura Palmer" e morria de medo da capa, que tem Laura morta. Eu sempre tive muita curiosidade sobre a história mas somente agora resolvi ver a série completa, que estava passando no Canal Viva.

A capa do livro que tanto me assustou quando eu era criança. 

Se você não ideia do que ela seja, vou dar um breve resumo que garanto não irá revelar nada sobre os muitos mistérios da série: Twin Peaks é uma cidadezinha americana bem pequena que faz fronteira com o Canadá, onde vive Laura Palmer. Laura era a estudante mais popular da escola, ganhou o prêmio miss twin peaks e era amada por todos. Acontece que um dia, Laura é encontrada morta e a partir dai vemos o desenrolar da trama. O detetive do FBI Dale Cooper chega na cidade para a investigação e percebe que ali nada é o que parece.




Falando assim, você pode achar que a série é meio boba, mas ao saber que quem dirigiu
a série foi David Lynch e Mark Frost garanto que irá repensar o assunto. Eu senti muito medo, é uma série intrigante e que aborda temas sobrenaturais de uma maneira muito boa. É justamente neste ponto que mora o sucesso da série, apesar de ser uma série policial e que trata do sobrenatural, ela foge dos clichês.


Vamos ao visual da série? A série foi gravada de 1990 a1991 (são apenas duas temporadas) e o visual das pessoas é demais. Ainda traz muitos elementos da década de 80, mas já mostra também muito do que viria a se tornar o visual corrente de muitos anos da década de 90.



As garotas da série usam sempre saias longas, muitas vezes combinadas com moletons e botas.



A personagem Audrey Horne ficou marcada para sempre com seu oxford e saia lápis justa. Essa é a minha personagem predileta.



Donna e Laura


Já a personagem que mais odeio é a mocinha Donna Hayward.



Shelly Johnson é uma das personagens marcantes da série e também uma das mais bonitas. Eu adoro o uniforme do RR café, onde ela é garçonete.




A famosa Laura Palmer




O agente Dale Cooper é um dos melhores personagens da série, a trama se desenvolve centrada nele. 

Para quem se interessar em ver, indico baixar uns episódios e se realmente gostar, comprar o box com as duas temporadas da série. Com ótima qualidade e extras legais, sem dúvida é uma ótima compra.

E para finalizar, a clássica abertura da série:

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Kate or Die

Esses dias a minha amiga Diana mostrou essas tirinhas feitas pela ilustradora canadense Kate Leth. Segunda a mesma, seus quadrinhos abordam temas como sexualidade, a indústria de quadrinhos e super heróis gays e garanto, são muito divertidos.

 







 



Para conferir mais: